quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Amor e ódio entre mãe e filha. Só o diálogo pode equilibrar essa difícil relação.

Num momento, vocês estão rindo juntas, vendo TV e conversando sobre seus paqueras! No outro, brigam, se irritam e uma diz a outra, coisas horríveis, que nem queria dizer, mas escaparam na hora da raiva. Essa mistura de amor e ódio é muito comum nas relações entre mãe e filha. Perguntamos a psicóloga Sandra Vasques, do instituto Kaplan – Centro de estudos da sexualidade humana se há uma solução para essas brigas. Ela respondeu que sim. Confira.

1. Ser responsável – Sua mãe precisa entender que o contato com novos valores e realidades é necessário para você crescer. É natural que ela tenha medo de “soltar” a filha para administrar, sozinha e aos poucos, a própria vida. Porém, você pode ajudá-la, mostrando que vai se basear naquilo que ela te ensinou para fazer tudo: desde atravessar a rua até perceber as pessoas boas e ruins à sua volta.

2. Entender os limites – pode não parecer na hora que você recebe um “não”, mas a sua mãe só quer o seu bem e, sendo colocado é essencial. Então, com calma, conversem. O diálogo é necessário nesse momento. E você precisa mostrar que é muito responsável para ter liberdade.

3. Conversar – Não é só na hora da briga que o diálogo é importante, não. Mãe e filha devem conversar sobre tudo sempre! Às vezes, a mãe tem receio de falar de certas coisas por entender que pode estimular e incentivar a filha, em vez de alertar. Mas não tem jeito: tem de ter o diálogo. Quando não há a possibilidade de dialogar, outras formas de instrução devem ser adotadas, como livros e jogos.

4. Conhecer as regras – Até os 10 anos, você aprende, aceita e se conforma com os ensinamentos dos seus pais. A partir daí, passa a ter uma turma e descobre que cada um é criado de um jeito. Surgem os conflitos entre as regras da sua casa dos amigos. Mas você sabe que cada família é de um jeito e que precisa se entender com a sua, encontrando um consenso, o que acontecerá com diálogo.

“A menina briga mais com quem assume a função de responsável por ela e, geralmente, o pai deixa essa tarefa para a mãe, por isso as discussões.

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